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Contos eróticos: Minha esposa pagando o agiota com o cuzinho

Como este é meu primeiro conto erótico, resolvi contar como adorei ver minha esposa pagando o agiota com o cuzinho delicioso, que até aquele momento era só meu.

Sempre tive vontade de colocar mais um homem na relação mas minha esposa, que chamarei de Aline, nunca aceitou, por vergonha, por achar que ela não teria coragem e por medo de nos separarmos.

Aline é uma mulher gostosa de 28 anos, bunda média, seios perfeitos e sempre se veste de forma atraente, chamando atenção de homens na rua, o que adoro.

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Sempre que possível fantasiamos que existe outro homem conosco na cama e ela sempre vira uma putinha nestas ocasiões, evidenciando que também gosta. Quando ela sai comigo de vestido ou saia, peço que ela vá sem calcinha e geralmente ela aceita.

Adoro sair com ela sem calcinha, pois ela só usa vestidos e saias meia coxa, que torna mais fácil de aparecer sua bocetinha depilada e gostosa. Noto que ela adora, pois sempre que voltamos meto gostoso e ela esta toda molhadinha.

Já transamos em público, dentro do carro, em frente a janela com película de nossa casa, sendo que minha esposa estava peladinha mas não conseguia convencê-la a dar para outro. Até que um dia consegui ver minha esposa ser putinha de outro.

Ela havia pedido um dinheiro emprestado para um amigo de infância dela, que é agiota e eu sempre soube que ela tinha uma atração por ele, pois ela nunca escondeu. Nunca me preocupei pois ela sempre me respeitou e nunca me deu motivos para isto.

Este dinheiro que minha esposa pediu emprestado, era para o irmão dela, para um investimento ou algo assim, mas ele não pagou. Como o empréstimo foi para ela, foi dela que o agiota cobrou.

Eu não fui consultado quando minha esposa resolveu fazer o tal empréstimo e quando fiquei sabendo, me assustei com o valor, pois não tínhamos tanto e não iria vender nossa casa para pagar uma dívida que não era nossa.

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Minha esposa tentou conversar com o agiota, explicando que a dívida era do irmão, que ela não tinha todo aquele dinheiro e que não sabia como achá-lo pois tinha sumido. É óbvio que ele não quis saber e disse a minha esposa que em 3 dias iria até nossa casa e esperava receber.

Deu a ela duas opções, que era pagar o dinheiro ou dar para ele, pois com isso, a dívida estaria paga, deixando-a nervosa e irritada. Quando ela me contou sobre a conversa, aproveitei a situação, dizendo que seria melhor, pois era apenas uma vez e nunca mais o veria.

Ela relutou por um tempo, ficou xingando o irmão mas no final acabou concordando, pois não tínhamos como pagar. Ela ficou preocupada com como ficaria nosso casamento depois disso, então disse a ela que ficasse tranquila, pois ela sempre teve uma queda por ele, se conheciam e eu sempre tive vontade de ver ela com outro.

Ela ficou um pouco surpresa com o que eu falei, então eu disse que era melhor ela aproveitar e curtir, para não ficar mal depois. Minha esposa concordou um pouco desanimada, então comecei a beijá-la e acariciar sua bocetinha até que ela relaxou, fomos para o quarto e transamos loucamente, usando a situação como fantasia.

Fiz isso até o dia do agiota vir, para deixá-la mais a vontade e funcionou, tanto que no dia marcado, ela estava ansiosa e molhadinha. Fiquei acariciando sua bocetinha até ele chegar.

Quando ele chegou, ela o convidou a ir para os fundos de casa, se apoiou na parede, ao lado da porta, empinando aquela bundinha gostosa para o agiota. Ela estava de regata, shortinho curto, solto e sem calcinha, como eu havia pedido.

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Entendendo o recado, ele baixou o short dela e começou a masturbá-la com a mão, enquanto tirava o pau para fora com a outra.

Eu estava do outro lado da porta vendo tudo, pois nossa porta era de madeira com frestas de vidro, me permitindo ver tudo mas dificultando a visão de quem estava fora, devido ao reflexo da luz do dia.

De repente ele começou a introduzir, não conseguia ver onde mas parecia difícil e minha esposa fez cara de dor, abrindo a boca e franzindo a testa, mas aguentando firme, sem emitir nenhum grito, a não ser um, bem baixinho e curto.

Aquilo me deixou louco de tesão, então comecei a me masturbar, enquanto o agiota socava fundo e forte minha esposinha. Notei que ela olhou diretamente para meu pau pelo vidro e subiu o olhar até meu rosto, tentando me ver a todo custo.

Por ela estar perto do vidro, deu uma pequena sobra, que permitiu ela me ver, então ela relaxou e começou a se masturbar, gemendo baixinho enquanto ele socava rápido.

Pude notar que ela gozou duas vezes no pau dele e então ele gozou gemendo baixo, tentando controlar o barulho. Assim que ele retirou o pau, minha esposa subiu o short, então ele disse que a dívida estava paga. Ela o acompanhou até o portão, ele foi embora e ela veio rápido para dentro de casa.

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Ao entrar, me viu com o pau todo melado na mão, então ela começou a me masturbar enquanto me contava que ele havia metido no seu cuzinho e que o pau dele era grande e grosso, que doeu muito no início mas depois ficou muito gostoso.

Coloquei minha esposa apoiada na mesa da cozinha, abaixei seu short e quando fui meter, vi que seu cuzinho estava inchado, vermelho e gozado. Não resisti e meti naquele cuzinho gozado, fazendo ela dar o mesmo gritinho que tinha dado na rua.

Soquei forte naquele cuzinho gostoso, que agora estava mais fácil de penetrar, enquanto ela se masturbava. Gozei urrando, enquanto ela gemia e a porra escorria.

Tirei meu pau e vi o cuzinho de minha esposa alargado, machucado e escorrendo porra. Foi a visão mais linda que já tive. Tomamos banho e transamos no chuveiro relembrando o que havia acontecido.

Quando o tesão dela baixou, sentiu o cuzinho dolorido e só me deu ele de novo, uma semana depois mas valeu muito a pena. Aquilo nos abriu novos horizontes no sexo e agora fazemos algo assim sempre que possível. Prometo contar em novos contos.

Conto enviado por Cláudio


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