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Contos eróticos: Embebedei minha esposinha para meu amigo

O relato que vou contar hoje aconteceu a um ano e meio, em um acampamento que fiz com minha esposa, que chamarei de Patricia.

No dia do acontecido minha esposa tinha acabado de fazer 29 anos, sendo que eu estava com 31 e devido ao fato de seu aniversário, decidi convidá-la para acampar, que adorávamos mas já fazia uns 2 anos que não acontecia.

Eu sempre fui muito tarado e minha esposa, um pouco retraída, tímida mas com nossos 7 anos de casamento, consegui solta-la um pouco.

Sempre gostei de vê-la nua ao ar livre, sem calcinha e de saia ou vestido na rua, claro que nunca é simples convencê-la mas sempre consigo.

No início achava que eu tinha o dom de convencê-la mas com o tempo percebi que ela gostava de me ver com tesão e que outros homens a desejassem, mesmo que nunca tenha me dito nada.

Confesso que adoro ver minha esposinha sendo cobiçada por outros homens e por este motivo, sempre insisto para que ela saia sem calcinha ou de alguma forma provocante e ela percebendo que gosto, faz com vontade.

Não tem como os homens resistirem a minha esposa, que é carnudinha, seios médios, bunda média e um rostinho de anjo, que tornam Patricia uma mulher gostosa.

Sempre tive vontade de ver outro homem transando com minha esposa mas ela, muito envergonhada, nunca concordou mas sempre fantasiamos na cama, com um vibrador. Ela diz que não gosta e que não teria coragem mas sempre percebo, que em nossas fantasias com outro, ela sempre goza mais rápido e mais intensamente.

Percebi já no primeiro ano de casamento, que Patricia fica muito mais solta e fogosa quando bebe, onde consigo fazer dupla penetração (com o vibrador), consigo fazer com que ela me deixe gozar em sua boca, consigo fazer ela dizer que quer outro pau nela, entre outras loucuras.

Durante alguns anos planejei como a embebedaria para que ela aceitasse transar com outro homem, comecei falando em nossas transas que poderia ter outro homem ali conosco e perguntava o que ela faria e ela sempre dizia que o chuparia…, aceitando muito bem a situação.

Poucos meses antes do ocorrido, reencontrei um amigo de infância, que sempre me acompanhava em loucuras com mulheres e em dado momento, me convidou para transar com sua namorada, que aceitei prontamente.

Ele sempre foi um cara legal, leal e eu “meio que tinha uma dívida com ele”, então tive a idéia de oferecer minha esposa para ele e ele concordou em conhecê-la.

Logo que ele viu Patricia, ficou com tesão e não parava de observa-la, como se estivesse com fome, de mulher. No início minha esposa não percebeu, depois começou a gostar mas não admitia. Comecei a introduzir a idéia de meu amigo em nossas transas e ela, um pouco contrariada aceitou.

Achei que estava forçando a barra, quando comecei a notar que quando insinuava que era meu amigo quem a introduzia, ela gozava loucamente, me fazendo perceber que ela estava adorando a idéia.

Depois de deixa-los mais íntimos na amizade e é claro, deixar ambos desejando um ao outro, chegava a hora de realizar nossa fantasia.

Marcamos o acampamento e informei Patricia de que meu amigo iria junto, mas ela não gostou muito, dizendo que não poderíamos fazer nossas fantasias no mato, como sempre fazíamos.

Disse a ela que poderíamos, pois ele iria mais tarde e que só teríamos que nos controlar um pouco depois que ele chegasse. Ela entendeu e logo concordou animada.

Como adoro vê-la andando pelada e transarmos ao ar livre, o local que sempre vamos é bem afastado e isolado. Marquei com meu amigo para chegar-mos juntos mas sem Patricia saber e que ele só deveria aparecer quando eu avisasse, mas que poderia observar a distancia.

Esposinha no mato

Levei muita cerveja e uma garrafa de vinho que minha esposa adora, já com intenção de deixa-la bêbada e mais assanhadinha.

Chegamos e minha esposa já começou a tomar seu vinho, enquanto eu montava a barraca e organizava as coisas. Aproveitei que ela estava animada, então pedi para ela tirar a calcinha, sem nada por baixo do vestido, que entendendo minhas intenções tirou.

Consegui ver de longe, que meu amigo já havia chegado, então comecei a acariciar a bunda de minha esposa durante a conversa, enquanto levantava seu vestido, deixando sua bunda amostra. Ela que já estava alegre devido ao vinho e adorou o carinho, sem imaginar que meu amigo se deliciava com a visão de sua bundinha.

Estendi um lençol no chão e pedi que ela tirasse o vestido, que fez e logo deitou de barriga para baixo, com os pés na direção de meu amigo.

Comecei a chupar sua bundinha e vagina, deixando-a louca, então fui para a frente dela, pedindo para que ela ficasse de quatro e me chupasse. Vi que meu amigo estava escondido mais perto, se masturbando vendo aquela bunda aberta na direção dele, enquanto ela me chupava.

Esposa no mato com amigo

Eu estava adorando aquela situação, então abria a bunda de Patricia, na intenção de facilitar a visão dele, enquanto ela me chupava. Pedi que ela continuasse de quatro mas com a cabeça apoiada no chão, para que a chupasse gostoso.

Quando ela já não aguentava mais, fiz sinal para ele e logo o telefone tocou, me fazendo parar para atender. Ela queria desesperadamente gozar e como disse a ela que meu amigo estava desembarcando, tivemos que parar.

Pedi que ela colocasse o vestido mas que não colocasse a calcinha, pois assim que tivéssemos a chance, a faria gozar. Ela não gostou muito, pois seu tesão estava escorrendo por suas pernas, mas ao ver que eu gostei de saber, concordou.

Meu amigo chegou ficamos conversando, bebendo, até que começamos a ficar alegres, mas Patricia já estava bêbada. Estava tão bêbada, que já não percebia que estava sentada de pernas abertas e sua bocetinha inchada estava amostra, nos deixando loucos de tesão.

Ela já aceitava brincadeiras e elogios de meu amigo, até o deixava abraça-la, que por vezes descia um pouco a mão, deixando-a sobre a bunda de minha esposa, que não tentava evitar.

Meu amigo me disse que iria tirar água do joelho, então pedi que fosse perto e que ele ficasse de lado, para que ela pudesse ver seu pau.

Disse a ela o que ele iria fazer, virei-a de frete para ele e discretamente coloquei minha mão sobre sua bundinha e desci por entre suas pernas, até sua bocetinha, que estava encharcada de tesão e comecei a masturbar minha esposa, enquanto dizia em seu ouvido:

— Imagina aquele pau entrando e saindo de sua bocetinha, socando gostoso até te fazer gozar.

Ela dava curtos e baixos gemidos, enquanto suas pernas tremiam involuntariamente, me fazendo sentir seu tesão escorrer por meus dedos, então parei. Fui fazendo assim por um tempo, sem fazê-la gozar, enquanto dava mais bebida para ela.

Ela já não aguentava mais e quando meu amigo foi no “banheiro” novamente, ela me disse que se eu não fizesse ela gozar, eu iria ver depois.

Meu amigo começou a falar sobre as aventuras picantes do solteirão, de como ele fazia as mulheres gozarem, com muitos detalhes, fazendo com que minha esposa se contorcesse de tesão.

Então notei que nas brincadeiras, meu amigo a abraçou novamente e desceu sua mão até sua bundinha, fazendo com que ela desse um gemido baixinho e suas pernas tremessem.

A conversa continuou e eles não se soltavam. Quando reparei, percebi que a mão dele havia subido seu vestido e já massageava a bundinha de minha esposa. Ela estava muito bêbada e já não aguentava mais de tesão.

Discretamente ele desceu mais sua mão até a bocetinha de Patricia e começou a acariciar, enquanto ela gemia baixinho. Eu já não aguentando mais, com meu pau estalando de duro e todo melado, fui até ela e comecei a beijá-la.

Ela me abraçou e empinou a bundinha para meu amigo, que se abaixou e começou a chupá-la loucamente. Ela gemia me beijando, então coloquei meu pau para fora e fiz ela se abaixar para me chupar, enquanto meu amigo se deliciava com sua bocetinha alagada.

Patricia abocanhou meu pau todo melecado e mamou com vontade, sugando todo meu melado de tesão, então meu amigo começou a penetra-la forte, como um animal e ela estava adorando.

Resolvemos trocar, comecei a penetrar sua bocetinha com força e meu amigo colocou seu pau todo melecado na frente da minha esposa, que começou a chupar loucamente, limpando todo aquele pau.

Ficamos assim por um tempo e depois deitamos. Meu amigo deitou de costas e minha esposa começou a cavalgar de uma forma que nunca havia visto. Ela estava alucinada naquele pau, então fiquei me masturbando um tempo me deliciando com a cena.

Não resisti e comecei a chupar o cuzinho dela, enfiava a língua, pois sei que ela adora e comecei a penetra-la lentamente. Ela estava em ecstasy e seu cuzinho não forneceu resistência.

Ficamos fazendo aquela dupla penetração por um tempo, enquanto minha esposa rebolava loucamente e beijava a boca de meu amigo, como se fosse a minha, com fome de macho.

Fizemos ela gozar várias vezes e quando notei que ela não aguentava mais, pedi para ela deitar de costas, meu amigo foi por cima, socando gostoso, enquanto se beijavam ardentemente. No início ele penetrou a bocetinha dela, mas não se aguentou e penetrou seu cuzinho, naquela posição mesmo.

Amigo do corno metendo no mato

Achei que ela iria reclamar de dor, devido a penetração rápida e devido ao pau dele ser mais grosso que o meu, mas minha esposa só deu um gritinho curto e permitiu, enquanto rebolava e o puxava, na intenção de socar tudo.

Fui a melhor visão que já tive, minha esposa era de outro macho e eu me masturbava. Quando ele estava quase acabando, retirou o pau de seu cuzinho e o levou até sua boca. Achei que ela fosse recusar pois não gostava, mas me lembrei que ela só gostava quando estava bêbada e naquele momento ela estava muito bêbada, então resolvi observar.

Ela abriu a boca e ele socou o pau até a garganta de minha esposa, enquanto urrava alto, me fazendo imaginar que ele estava gozando. Patricia quase se afogou mas aguentou firme e depois de engolir toda a porra daquele macho, ficou chupando e sugando o que restava, até limpar todo aquele pau.

Fiquei louco de tesão vendo ela tomar a porra de outro macho e não aguentando mais, levei meu pau até sua boca, que ela abriu e o abocanhou. Enchi a boca de Patricia de porra e ela engoliu tudo, como se estivesse adorando o sabor e como no meu amigo, ela continuou chupando até limpar meu pau.

Deitamos os três exaustos no chão, com Patricia em nosso meio. Eu nunca vi minha esposa tão feliz e saciada como naquele dia. Ficamos conversando por um tempo e Patricia adormeceu.

Não demorou muito e meu amigo queria mais. Minha esposa estava de frente para mim, então meu amigo cuspiu na mão, molhou bem a bocetinha de minha esposa e socou de uma vez, ela só deu um gemidinho mas não acordou.

Ele socou com força por um tempo, enquanto eu me masturbava e já não aguentando mais, ergui a perna de Patricia e comecei a tentar penetrar sua bocetinha, juntamente com meu amigo.

Ela dava uns gemidos mas não acordava, mas como não consegui acabei desistindo e meu amigo vendo minha frustração, retirou o pau, dando lugar ao meu. Quando percebi, ela estava dando pequenos gemidos e fazendo cara de desconforto, então notei que ele estava socando no cuzinho.

Até pensei em pedir para ele parar, pois era evidente o desconforto dela mas a carinha dela me dava ainda mais tesão, me fazendo socar ainda mais forte.

Não demorou muito e ele gozou urrando, inundando seu cuzinho. Não resisti e pedi para trocar de lugar com ele. Percebi que no cuzinho dela tinha um pouquinho de sangue, me fazendo pensar que ele introduziu a seco, mas estava tão bêbado e como minha esposa não acordava, senti uma explosão de tesão e soquei sem dó e gozei em seguida.

Quando acordei pela manhã, meu amigo havia ido embora, minha esposa ainda dormia pesado, então me deu vontade de comê-la de novo. Foi quando percebi que havia porra escorrendo de sua bocetinha, boca e cuzinho. Ele fez a festa com ela durante a noite e sem ninguém para impedir.

Ao ver aquela porra toda escorrendo por todos os buracos dela, não aguentei e comecei a penetra-la por trás, soquei fundo e forte, me fazendo perceber que seu cuzinho estava mais largo e tinha um pouco mais de sangue.

Desisti, fui para a frente dela e comecei a penetrar sua bocetinha já toda gozada e a cada estocada mais porra escorria por sua boca. Não resisti, tamanho era o tesão e comecei a beija-la loucamente, limpando a porra de meu amigo, até que gozei como louco.

Estava com tanto tesão no momento que não percebi, eu havia engolido toda aquela porra e Patricia ainda não tinha acordado. Retirei meu pau todo melecado, com minha porra e a dele, coloque na boca de minha esposinha, alagando-a de melado.

Eu ainda gozei mais uma vez em sua bocetinha e coloquei meu pau melecado em sua boca, antes de acorda-la. Quando ela acordou, estava com o cuzinho dolorido, toda gozada e sem entender muito bem o que havia acontecido.

Contei a ela o que meu amigo fez depois que dormimos, contei também que eu não aguentei e a comi novamente. Ela fez uma carinha de safada, me pedindo para contar os detalhes, enquanto se masturbava, esfregando toda aquela porra na bocetinha.

Ela me perguntou com cara de safada, se eu havia gostado de ver minha esposinha virar putinha de meu amigo e eu respondi que tinha adorado. Ela me confidenciou que tinha amado o que aconteceu e que gostaria de fazer mais vezes.

Passamos o dia, transamos como loucos e fomos embora, planejando a próxima vez, mas isto fica para o próximo conto.

Conto enviado por Flávio


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